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vium que vendo euis graudes amnos,
quesse ue contra servico de Deos ormeu, ef bem commum de meus regnos sm a multas exl- das .ila oem, quessa a execucam da justica nos caso crimes, sedesipachidos fitos dos ditos caseos com que os culpatis nam ham log o castigo conso me a qualidari desuas culpas es quando ovem ater se a tam tarde, que nao a nolici do delicto,porque sam casiados, ori utros inconvenienstes, que reporreζam do modo com que a justis nas ditas materias cumes de sentes executa, or administra es porque toris sa de multa considerasam, se convem ars algum remedio com que sepostaoatalhar. Mandei e ludo portes stas do tu Conletho deletras,or experiencia , se com seu parece cspetiando o effari do tempopresente, ouue portem de mandar prouernas ditas causas, o out a nesta Lei declararis, pella manetra seguinte.
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R ME IRA MENTE o dono mundo, que disqui em diante toris aspemas, que tomarem cartas desegura consessat as a disse nao
podera depol na contra/Iedari negar, com- meteram o delicto, or negando, nam hes,a-C b. d. te ditas cartas de si guro se emissos de morte, cu ostras, P. de 1. 9epellas rina oens teuham pena de morte natural ou civit ounum. 3. conamento de membro, nao havendo de Iapera caua de goracon sativa, se com ludo uue huma contrariedari colet rcrida; de manetra que conforme a di esto, or Uenacam se riva Ph*b λ eceber, per a pesseas com endidas nos taes asos caso nam
guro negativas aes allegando a dita contrariedade coarctari naforma sobredita se mandaram a unianas obreditas suas petis oensas deua sex se constando portlla, que thes nam nega a dila contrarieride coarcta da , euhes concederam a ditas cartas em Rela sam, o Valeram a forma, que se concedem , se valem a cartas de Auro consessaliuas nos cases de mo uinem embargo da Ordem lib. . tit. Iio. g. 3 E isto mesimo havera Iugar nos Iulgadores, que
per ris sos podem passar cartas desoguro desa qualidari a pasia- am istas a deuasias, fida conceJam, o denegasam deliario. Hia cada hi a das partes aggrava per stuprocurados inda quenam heia pusio.
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N OTA rimetito ueneste Reyno se desco.
bem os de litos, iesquisno pata te rem seu castigo, o portae vasas Era es, correi-SOens, oulor de vagas specia es, que Sot- uenagoens deste Reyno manda fager, ira pellos uia es, Correge dotes, uuidotes, Tro Vedores, segundo o quem ea tum thesi cometido, Manda dosor seu regimentos, de que trata Ora Ord. lib. t. lit., S. S. 3 l. at O S. 33.d tit. 63. S. 3 i. at o g. g. O quando Sua Magesta de comete a algum Degem bargador, o Cutra justi fas, tira de vagas de alguns asos, ainda que alias nam se-jao de de vasa ex traditis per Cabed decisione a. l. p. a Segundo nota se, queras de uassas gEraesidc speciae snam se podem formar se nam nos casos permitidos pellas leys: Glos in .a S a publico 1 T de ad tali et ijs verbo sine accusatore; que eguem os o utores, de quibus per lut Clar.
pro uada Ord. lib. i. tit. 63. g. 69. Barbos in . cum qui in Oq. st de judici js; postoque multas veetes se possam reuali aro Sautos em Relaςam, quando o cii mei grave, ligno de castigo conforme a id lib. h. tit . . partas i a Passi se veri sic a pello que j Roland consit. a. n. La lib. 3. Fasina c. consit. 99. n. 3. Cabed decisione o 6. I. p. E declara que
est a re ualidaqayseia de ager antes de os autos se rem sentencea dos final mente, nam depois; por humassent O , que se tomoum Casa da Suplicaςam , que resere Phoeb. arest. Io 8. Confirmas pella do utrina de Bald in i ita vul. ne ratus in fin. F. adlegem Aquileam, i licitatio S. quod illi eit E ff. de publicanis l. si reo, S. quc Iulgo, ff. de-jussoribus Aa Como
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Como tam bem quando se procede summaria mentee algum calo que inere Ua pena ordinaria, quer utra, nam he necessario ita Os accula dotes, post que elles querendo accusar, o possam fager ex Cabed. d. decisione 2O6. n. 3. J 4. Ea crescenta num 3. que se ito processo sum. mari petante O Rege dor a Relagam, os mais De Zem bargadores, que forem no con hecimento do caso,tyo,iga suo de procede summaria mente, ainda que thes pareς a Cutra cousa. Lo me smo te tuat data Relasam do Porto;& note se stoma Ord. lib. i. tit. I. parra suo. Onde reqUer' que concorram eis Degem bargadores, a cujo albitrio sic a d ad que nos des pactios dos Ditos ordinatios, quandonet lesse procede ordinaria mente deusto concG ter O numero os Deaembargadores, que poem a me sma Ord. g. Sampliando com Phoeb arest. I 3. nos caso sim que se trata de Ortamento de membro, degie do pera sem pre di ore fere Bar nas Remisso en a Ord. d. parras. 6. Osegundo meio de de scobi j os delictos e por querellas, O casis, que se podem dar, de que rata a Os d. lib. 3. tit. II in principio; Ou quando he de caso, em quepor a corde naso ensi e posta pena de asoufe ou degredo temporal, O per fora de certo iugar, id alii pera ima pella me sma Ord. adiri principis Elas ta es querellas deveser adas pellas partes que querem querellar, tu porpro cur ad Ores, pella generalida de da id. d. tit. 17 9 6.que comprehende to das asse si a S, que nobre S, uer n. dalgos:& se confirma pella glos . verbo corporali, in cap. ut Ecclesia de electione, lib. 6. Abb in rubrica de iuretur Scin cap. laudabilem de frigidi s & malestitatis: post que porderrito commum se positam crime de nunciar O procu rador l. denuntiasse,9. sed etsi is de adultet ijs: Bonifacius de malefici j a iit de denuntiatione n. 3 6 in tit. Did sit accusatio n. 6. ado que com provisa 6 j6 de querella por
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procura dor; assi se pratica esto Reyno. O terceito me io, he potissicio da justisa Batb ind. g. proinde, in articulo de foro dilecti n. 4s.& se pro va da
Ord. lib. I. tit. b. S. O. em quanto diZ, que S uuido resdos Senuo res nam postam devassat, nem toma de nuncias oens, nem a Zer Ortei Saminem toma querellas, ne co-nhecer por ac Gam nova destitos times, ne civeis, nempor via de ossicio de justisa nem por utra mane ira, salvo por appellasam tirando aqvelles a que pellas Orde uaso es, o e specia privilegio expressa mente for ut Crgado , que pos a fazer. Eiota, de dos Ditos que procedem decor rei sciens fa Zemis Correge dores,in uuid ores, quetem pode de asiazer, et te nee o con hecimento a elles pella Ord. lib. I. tit. 8. S. Is Cabed a rest. 2. I. p. a Onde allega cord antigua, lib. I. tit. P. S. 6.
Secundo nota, que ne stes Reynosia dcus modos de cattas de se guro: Si I det, confessativas, que se podemtoma pellos delinquentes, dos malefficior em que a me ulpa dos, quando as pedem com defesa que os releve, G- molemo caso dos homicidios, fetidas, piza duras initas emsua necessatia defenssa' nos ter mos da te ut vim ff. justitia,& jure l. scientiam q6. S. qui cum aliter, is ad legem
Aquiliam eleganter Bait 6 l. in . i. cod. unde Vi cap. I. de homicidio l. . it. 23 lib. 8 re copii de que trata AZeve d. num ab Ord. lib. 1 tit 3s in principio, ibi Porem se a mor, te fot em sua necessaria defensam, Iul. Clar in para is homicidium, a num a 4 Mascar d. lib. a. de probationibu con- cI si ne 480. Farina c. p. 4 tit de homicidio, . ab . n. a. Caballus centuria . casu 88. Eo mari do que malo uiua mollier, ou adultero, ambos uritos, ta ea datum pol si, po the cometer adulterio, invado o matrimonio crime, nos ter mos a Os d. lib. Qit.38. Maus card de probationibi concl. 38 Batb.
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si ab hastibus . t. ia. 38 ff. soluto matrimonio Mol. to
. de Iustitia,&lure, tractos disp. 7. n. 18 vers. . podest Omarcarta de eguro confessaliva, colassando a morte, que elle cometeo pello adulterio, deduZindoma carta de laguro omatrimonio, que que pro varia forma da Ord. d. tit. 33. g. . post que de j valha Igreja, pella Ord. lib. 2.tit. I. g. I. qnando constar que o egeo delibera ςam, in accidental mente, ibi Batb. in remiss. num. I. allegando'. quod ait parras ait. F. de adulter ijs, oba dith in sua o Iitie lib. a. ea . I . num. 33. ad is Phoeb decj 8 I. n. 8. no casio, do que malo o ba nido, sendo certo q'era, pors poder mala impunό Ord. lib. . it. 27 parras . de jure ait. Bald. in . . . vim, Duen. reg. 68. Men hae de arbitt. I. i. q. o. casu 283. Cald. de no minatione q. s. n. 43. Barb. ad . parras. 8. n. I. uni limitat na mollier banida que helten he, peta Imperat Orff. de statu hominum,t si pi regnantis, is de poenis; Batb in
limita a molliet banida coden ad por adulterio eo Ca-bedo, resto 93. I. pati em que se dia que a mollier conden ad por adulterio a re vetia por editos, ei j pode pore lausula, que quatque do potio a pos a mala se pena; porque pode coniecer, Pomarido the tentia et do ado, mas 'mat id a b de mata como banida, lassi se deve declara o dito resto. Tassi sep bde tomat arta de se gu-ro nos ais casos semel hantes, que refere Iul. Clar. d. g. homicidium Farina c. to m. N. 121 Lui de Pegue ira decisio. ne 6 6 tro eas de Cabed a test. 96. i. part nos ter morda Oid. lib. 3. tit. 89. do que tolli osenlior a ossicia por for-ς danda the ulto equi ualente, em revogasam da glosa, qd pQ o Chaos aret a passa a catta de eguro pella Cha- cellaria,
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eellatia, die casio nota uel Ha utras cartas de se guto,
que iam negativas, em que a paties, queras tomao, nega oos delictos; 4s cattas de se guro consessativas cor defense podem logo passar pello julgadores, que pera isto tempoder, sem sperar termo algum Massii me iras cartas des egulo de morte negativas se uo de impetra passa dosites melas, conta dos do dia em que a morte conteceo'
nos calos de fetidas abertas, d sanguentas,' de pisa. duras, nodo as ne gras, Winchadas se passam , passa dost tinta dias do ja que a conieceram Ord. lib. b. tit. Ibo in
E se aduerte mais que lata es que a morte feri. mento Oiferi das a conieceram, nam se computa nolito term dos trinia dias, o tres meses, porque a Ord usa das Palavras a te se rem passa dos os trinia dias do dia do maleficio deat se tem passa dos tres meses nos ea sos de morte: di quando a te poem termo de tempo com propos sam de a vel ab vel ex nam se computam dia do termo, mas comesa dolata seguinte Glos in cap. 3. de praebendi sint. Dec. in Cap. super eo n. 17. de appeti Castilli. in . 64. Taur. n. a. AZeued. in l. I. rium. 34. tit.A. lib. q. no que se deue tetaduertencia porque tomandos as cartas de se guro dentro do temporano valer lio,in poderam se presososque astomaram, Phoeb arest. 138. i. part. Unde dis uigariis, χad queras cartas de se guro negativas coarta das se possa 6
passat nos casos de morte com tu do a de se passa do termo da Ord porque ne ista parte nam si revo gada: lei sanctimus, cod de titulis l. praecipimus cod. de appell. Tertibnota, queras cartas de eguro negativas, pasesadas legitima mente Guarda dos os ter mos dividos, valemem odos Oscasos de querella, assi nas de vassas, quando nam sam pronuncia dos por algum dos Iulgadores, que poea Os d. lib. stit iso patras fi n. Massi valem a cartas de se guro
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s eguro negativa nos casos de devasas, que Sua a gesta
de manda ira por spicia es proviso ens, quando alias natasam eas os de devassas ordinarias, eo mo refere Cabed. i. pdecisione 32. Thome Vala se. I. tona alleg. 7. num. 33. Sesti reeebido em pratica, Phoeb arest i a. p. I. 1o como estes primi flos indo a . parte do parti I. se dispoein, que quem toma carta de se gur eonfessativa com de sis, no possa a contrarie da de negar queCometeos crime, de que se se gura,&negando omao alii a carta inque se pratico uia Relagam do Porto athi te. po do resto de Cabed. r. p. a testo 39 em que dis uigar se, que quem tomar catta de se guto eonfestativa podia contrarie da de negari delicto, tale ae arta de se guro dc podiabili rece ber a eontrarie da de sendo aliis de re ceber anno de I 180.4 que se viram initos antigos errque assi fora determina do. Este a resto impugnara Thome Vag, alleg. 67. num. s. Cardos in sua practi ea verbc Epistula, num . . E sua a gesta de approvou, Me et de elatasam ob redita porque parecia ludibrio toma earta de eguro confessativa do de lito eor defesa, i a contrarie da de negar. E aclers nam se levem reputar em ludibrio, l. si prς tori principio, f. de judiciis, . cum alijs
cod. curatore furiosi Glos ini adoptare, ff. adoptionibus Biri. in . . num a cod. Summa Trinitate in pello contrario se toma catta negativa, iam ontrarie da de confessa O te licto, nam sera o meis o porque quem nego ui delicata , bae despois eonfessallo ante de abertas in publieadas o que se Od Ord. lib. s. ut 1 a 4 S. 8 Si te os DG utores em ter nos de de re itob Iul. Clar. in parras homicidiunam. 33. Mascard de probationib, lib. 2. conelus. 867. Menoeth de praesumpi prar sumpta a. n. . Mol. tom q. de justitia,' jure tra 1. 3. disp. 3,Thome V a Z alleg. 67. num 3s Phoeb areae tali. p. i. Eiesta duuida et mais laguro toma
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mar nova carta de se guto confessativa com de es legitima, agendo mencam das cartas, que in hario madὸ St, a forma da id lib. . tit. 3o parras. 3. em que se dispCem, que pode tomat a te tres cartas de se guro pollo Corte ge-dores, me gem bargadores deputa dos per aras concederest pedi odo quarta carta a de se com provisa si de S. Ma gesta de , faZendo nas petiso ens men quo das que uiso mota, Squebi ou dc de utra mane ira iam valem a de trade iras, que se impetrarem; no que sede uetera duet tencia, ct se confirma pella do utrina de Bald dc Paul in l. i. cod. Epit copali audientia Ias ines de pupillo, partas si in pluribus D. s. ff. noui operis nuntiatione, ini nec damnos column. a. Od. precibus Imper offer, Na a parte deste parras. I. que comeς em eas de molle, falla em te casos, scilicόt,na quelles em que a cord poem pena de morte natura que se egue, quando a alma se a parta do corpo per priua Samda vi da Aulus Gellius, lib. a. cap.8Brisonius, lib. II de verbor sign. verbo mors propriό Prateus in suo lexi con, ver b. mors naturalis, Cale pinus verbo, mors, allegando Horatiulib. i. Epistola i6. ibi Mors ultima linea terum est, & fa Otext. in auth. de nuptijs, parras deinceps, colum n. q. l. 3. Cod de institui parras nos auten instit. de public judiciis, Medices in suo trata. Mors omnia solvis, I part num L.
Petr. Greg. Syntagm. lib. I . cap. 19. num. I.
ii Ela mortem termo supremo das pena S l. q. l. quae ultimo, ff. de parnis l. relegatorum T de interdictis, releguis, i. Io tit. 3Ι. p. 7. Oro lib. . tit. I Iul. Clar. in pta O .crim g ult. q. 7 I. n. y egue ita decis. I. la A morte ciuit te iugat quando o delinquente pello delicto que cometeo, he eunden ad pera sem pre per algua lilia com contiscasa 6 de eus bens; Glos. Verb. mor. tu OG g. cum autem inst. qui, modis vis patria potest soluitur, is auth de consanguineis, aterinis sat r. verbo
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i res eo l. 6. Greg. Lop.ini. a. tit i p. q. Verbo de porta tu si Sc nam hau endo consis casam de bens, nam he morte
eivit, mas si ea simplj citer relegado i a. ff. publicis judici j si a ' de poenis,hi. l. relegati . final T de interdictu, &re legitis, d. f. si nautena , Greg. Lop. in d. l. 2Ierbo the t Ome, o Tae serae pera declarasam da Ord. lib. 2. tit . . in principio Glib. 3. fit iro in principio Elaonde se fa Zmem famo morte simple mente se declarari se a se natur A, se civit, ei de relati ra natura , iam a ciuil l ea 23. Insula Trae et bor. k gios. ibi per i cui pater g haNC-ditatem ora leg. a. l. sed si mois i . S. csim igitur fi donata inter virum, d uxorem Glos in cap. placui Oxὲ6 q. I. Abb. in eap. cum inton column a vers. idem appello. de electione Bert achin 3. p. do seu Repoti Orio, et bo, mors, Camillius Gallinus, i .3. de et borum sigm cap. 2O. n. 33. Salu nos casis em que a leys dispo em utra Cusa Ο-
ae i3 Os membros do corpo iam quelles que tem seu ossicio cada humi et si , 5 fagem laus actos, eo mo amis I. Es, olbos, tellias, narietes peltos naS OIhere S, a Siae nitae nos homens Batt. n. i 3. Angei. n. 8. I l. DU m. s. in l. R a. mpublicis judiciis, Ange L num et Fulg. n. I. in auth led Ἀ - Quo jure eod. seruis fugit iure, Angel de malefici js, Verbo,
M. f. is que tem se of Γcio,in opera aci distinc nam corpo Bait unio l. a. n. I 3. per t. si cui lingua M. de edi litio edicto B Id. in l. si fugitivi num. i. cod. seruis fugitivis, Moriem latro, qUe resere Caballus, casu 236. num 8. Greg. L p. in .l8. tit. I ,
p. 7. Glos. i. Porem os dedos 2 sa 6 membro do corpo ic ι nem Detem Trio distinctio de membro l. item omitur,ff. de edi lition eui uti edictλ cibi Bald Bait in . l. a. n. 13.s public js
