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jurisdiςam, .se chamao en de te ito latruneulatores in L solemus, partas latruneulator. f. de publicis judici jsu Vivius lib. I. de cis Is num p. a. 38 Septimo se adverte, que deflas priso ens podem aggravaris preto shmente don de se insere, que as partes diversaS, que aculam, nam podem agglavar, nemo utro si pode aggrava o pronunci adorantes de serpreso porque permit indo a te aggravar os resis pella pronuucia-ς oens, he isto negat lora os acus adores, dc aos pronuncia-dos antes de se rem presos Cap. Nonne de praesumptioni b. 39 E porque est te v v da palavra, o mente, a qualhe taxativa, exeluem mais asos l. 3. parras interdum. ff. de negotiis gestis: Rebus in i pratu i ff. ver b, Sign. fol.
teram. bem est ova do parrai esse intento, ibi Comdeclara Gam, que das aes risiens oderam aggrvatos
4 E com tu dola de ver se ad quem est ord se
admita os presis poderam aggrava daptisam, eo me moser nas partes adversas, nos ter mos do parras. 3. ple emidente Ea azam he, porque a appella fiam, Maggyavo nunqeam e prohibido se nno nos ea sos, em queras leyxo prohibem Glos. final in fin. l. quasi restituere , ff. rei vendicatione : Glo .in cap. sacro,verbo, dubitar de sententia excom- Menoeti de te cuper possessione, remed. . n. 3 8. Mas deves ter que a ha iugar Oeta aggravo porque a lenonam concede, como eo nee deo neste pari f. q. pello partas it desta lay dc Ord se exeule to das as mais limita foes, S declara foens que e podem dat sota dos calos expressos, ob rem que se deve deliberar. E ad que nas devaςas pronuncia das pello Iul- adores, quemam sam nome ad os a Id. lib. I. it. I3o. g. vlt valliam; comtudo se alter ou potesta nova reforma caο,
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emque se indacique os Iulgadores ejam os autos das devasas, constando por ellas quanto baste para castigar os delinquentes, os prendao dc o fe ito da prisam naos suspende pella appellasam, dc aggravo porque alias po- de fugit o delinquente, citear aprisam frustratoria e l. eos, . super ijs cod. de peli. Guido decis. 33. Robert.
de attentatis a. p. ap. ia limitatione 4 num. 16. lassi se praticam est Reyno, DE DOrd. lib. 3. tit. q. patras. 4. Como ambε nam suspendet aggravo, quem de nunciante timo da sol tura do preso a atta de se guro' salo atEprimetra Relaςam, para trager a peti gasi de aggravo com despae ho ou eo dia post ne ita pello Rege dor; Phoeb. a resto Io I. I. p. Cabed de eis. 39. num. I.&a. I. p. Enota, par de ela rasam da id lib. 3.tit 2o. parras. 6. ait. 76. g. 4.
P talhar os grandes damnos, que resub tam de valerem passes para cartas de Muro, nam ale' κά aqui em diante nenbum pasi per sis , nem dem os uro, o servira omente, ara ponetisses erra camia de s uro, a qua nam aura , fem se passari pellaCoutra Chancela iaci es os scrivaens comessaram pempreas cartas na ef
Ord. lib. s. it. 3 o. g. 3. se dispoZ, que apesso que live de sex bargo para impetra carta de se guro, podesse anda comelle tres dias conta dos dolata que o h Ouu esse, 'he seriam da dos pata tira catta
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de se guro , sendo a petistam conforme, querella, pasta dos os tres dias lito nam guardassem sem mostra cat-ta passa da pella hancellatia, alvo e por culpa, ou empedimento do Esctivam a nam puderia uer, inue o Escri- .uam se j cri dolor seu utamento Thom Vag, alleg. 67.
Com tu do por est noua resormasam receb eo alteracam, em quanto dispo em que per se at albar a algians da nos, que rei ulla uam de lauerem passes para cartas de se-guro, nam vallia nentium passe por si 6, ne demi se gu-ro, d si tua omente para por elle se fazer a carta de se gu-ro,in quemno valii sem se passa da pella hancellaria. Edest Ord D mensam Barb in remis . ad O Id. d. S. 3. a Onde diet, que por ella Quue est a udansa. 44 Ara Zam dos danos, porque a te se moveo faZer alteras amfoi pol que multas veges a contecta sor o delinquente pres por culpa de querella, ou de vasa, Tager peri Uam para carta de se guto inlia e duuida se ape.
tisa si fora de paeli ad antes, ou despois da illam,&ia uia prouas differentes, que pendiam de facto , que se avia deprcua per t. idem erit,1 ff. de statu hominum, ibi: Quaestio ergo facti potius est is in . a. f. de probationibus cum
aljl S. 43. Unas cousas de facto multas veZecha engano, ainda entre homens peritos, itudentes; l. 2 f. de juris &facti ignorantia, l. vlt. ff. pro socio, Autles ad leges praetor. eap. i. glos final num a Da inda nam cessa est inconveniente, ainda que a carta de se guto passe pella hanc elalai porquetem pode coniecer seri delinquentes resorara vires controversia, ea carta sol passa da pella Chan. zelaria antes, o despois da prisam, .ser pro va de facto, pomo VCce deo no Porto entre Ignacioria inache de No-
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de Gaya, porque sendo pres o dito Ignaei Satnae fiepor erta culpa que thes formo o dito Martim de avo. ra tendo a carta de eguro passa da pella Chanc elatia, sedit putous aprisam fora fella antes a catta passa da pellaChaneelatia se despois: tandem se ulgo em fauor dodito Ignaei Sarnache pello Correge do do crime em Rela Saria, porproua mellior, que a prisa fera se ita despois da carea se pasi da pella Chan celaria. 6. E para obuia a es inconvenientes sera boaeadtela declarat o Escrivam a Chaneellaria o dia, ochorae que passaras artas, assi corno savana os Iulgadores nopor os passes, a onde declaravarum dia, mes, mora, emque os passa vam; post que inda eo maesta clausula Sccautela sema at allia a disputa de facto, se sol a prisam an te da carta passada, se despois ne mi Eseri vaens dellas nem a Chaneelaria, eo stumam faeter aetat declarasam,d a Cha nee laria nam tem hora certa em que se haja de faeter,&pode coniecer que a peti*am sedasa em iuga remoto, fi que a pro va mais incerta , o nam potam a teste munitas
da raga em seu ditos, se a prisam o seita antes da ea ita passa da, se despois. da qui vem que nam se uigoibem a casa di
Supplicaςam n eas que refere Phoebo, arest. 7 I. I. .em quanto se determino que astava terra carta de se gu-ro metida a Chaneelaria, antes de passa portlla, pera sero eguro solio da prisam em que folio sto porque ne steparras S. se re quere que as cartas se jam passa das pella Cha- celaria o que nam tem iuga em quanto est Lem transito,dcnamine passa da per l. 3. Dde negotis gestis: Bari in t om nes populi num. a. ff. de iustitia de jure l. hoc interdicto; fi de fonter Alex in l. i. parra L lex salcidia, Colum n. a. ad legem saleid. R ei te hoe vide Cabed. I. pari. a. test . S Enati
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.i Unam se etiam o acto perseito, quando fica algua cousa para se ae ab arci penuit ad fin cod. ad Sylanianum, cap. I. in fine, cum glos in medio de renuntiatione; Manti c. de conjectur vlt volunt. libri. m. q. num. 3. Flaminius lib. 8.de resignatione beneficior. q. s. n. 4 a Muscaret in praxi verbo conclusio , num. 3. MD a te naturalem S illud, ff. de acquir rer dominio, Si illud inst. de rei divisione Passiporque pode seri que a carta se glose pelio Charisa relpor algum de festo. E confirma se ais este intento, porque est reformasam dispo em, que nam vallia a carta de egu-xo senarier passa da pella Chan celari auras qua es palavras denotasi condiςao que se ita de cum prici 49 a partevlt desta ord se advertemos Estri vaens, queras artas de se guro que s Zerem, Deo me cem semptena mei ma follia em que se puter o despaelio do passe, porque de antes se rasi ad avam a peti foetis nas cartas de se-guro, odia haver isto udanς , falsid ades. trasta- dandos em differente forma do que est avam festas si que cessa eom se agetem a cattas de se guroma meis a fotha, post que fis eges os scri vaensia contextura clas cartas de eguro re partem pol extenso oahedrias peti QOens.
bem, que toris os privilegios concedidos flos cavalet os
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Esteri se orde nou para bo ex e euςam djustis , que os privilegios concedi dos ac Cavalle itos do habito de S. Ioam de Ierusi lam desis Reynos,in Senhotios de Potit
gal gOZem Somente noscasos climes ossius eri ad os, Mesera vos, que com elles vivem das portas a ditro, o dellecti verem ordenado, de que se iustentem. bi est ordem do Cavalle iros da dita Religiam e uastigem, prςfissa S, totos tiata Petr Greg. Syntaga juris uniuersi, lib. is cap. 34. lam suas causas crimes, e Civeis gogam do privilegio do foro, de que goetam os ebIigos,in proeede ne sta parte guat mente, iam os oder
renunciar Ange Lin g. idem juris n. 44 instit de excepi petegium, cum glqs verbo ambientibus in lime quis, cod. dad vocatis, diveis judie Felin in eap. a. num. 8 de foro eo tapet Octavi an de elaon. 27. num. Ig. Tiber Decis. I. to lic
cap. 9. num 36. Cabal. l. centur. I. casu 63. n. I. Tusculto m. conclusione Io7 lit. H.
1 os ditos a valle itos se tempor religiosos, po razam dos votos que laetem, S dema casarem, lassa cando foro Ecelesiastico Deap. duo sunt genera ΙΣ. q. a. Clea. a. de religiosas .domibas 1 Duen regUI IOO. ampliatione Castici ita sua politica cap , I9. lib. a. ni I. Tusc. d. cos lusio O7. Limita se nos calasemque alias os clerigos podi se demanda dos no foro secular . Deque trata a Nhriserati t. y.dς ques Zena men ςao Salged. ad Bernardi piact.crimcap. Ioa pro qua Cabed de ei lion 82.n, M.p. Bas, in Iliae Ie abs*ni, S. i. in artic de lato rei sitae num penult. de final
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ue secundo se nota, que est privilegio' dado os Cauallei ros data ita Ordem se communica a sinus cliados,& eaera uos, quem seruem actuat mente, ou delles te mir- dena do, de que se sustentem. The mais de notar, que el- Rey Dom Ioam IlI. concede ora o Infante Dom uis seu limam Prior que lay do Crato neste Reyno certos priui legios, de que se trata v naue 3 tit. 3. a das Extra uagantes, dos qua es et Re Do Sedastiam mando que os ditos Commenda dores usassem em quanto nam mandasse Oc6tratio, potinum aluata de is de Iutho de I339.s Cometudo Sua a gesta de declaro os aes priuilegios pol findos, o letem oncedi dos o dito Infante Dom uisem sua vi da, os dos Papa estatem teu Ogados por elles, clam e statem em obseruancia E mandouque os familiares et go da dita idem nam fossem remetidos a juieto della, portum ea ita se ita em i8. de Setem
bro de seiscentos,& dous passa das por et Reymona Phelippe II. que Deos tem, que est a regist ad nocliuio 7 da Casada Supplica gam. 33 E com tu do oncede ne steri S magesta deque os e sera uos, arta dos dos a uallei ros, que da portasadentio seruem, is que dei testem orden ad os de quese sustentem, gogem do priuilegio do soro nos casis etimes, 4e thes deuem guardaria forma que est am conce- didos; Abb in cap. a. n. 6 de foro compet Bursat consi. 21.
nn m. p. lib. I. Thesaur decisione 2a. n. .aos quae S se refere Menoch de arbit r. centur. 6. casu .362. n. 3. Em ais trede notar, que assa lauras deste g. 6. ibi, que liverem orde. nados de que se cistentem se ham de referit os famillibres, que post que vi uasi fora de casa dos dit stati mei, ros tem comtudo delles mani j mento, Mordenado de qis sustent an e traditis per ascard tibi a. de probatio ij b
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littera P. CabalLeentur. 3 casu apo ubi late de materia. 16 E por est nova reformasam se tiro uium abuso, que inham, que ambem os a vale itos a dita religi arunos casis crimes prouocauam o uiZo da res igiam,&etature metidos elle porse tengas a Res sam. em tanto cree eo est abuso, que sendo certo nomem date ira accusa do,' conden ad porte ito crime pelloqui da terra, que 'caso contiee eoma prime ira instaneia, tendo appellado pera a Relasam do orto, e leuar appellaς amao uia da religiam qne tomo con hecimento da appel Iaςam, sendo incompetente, & nam tendo jurisdisam peracon hecer porqueras appellacoens que ae das iust fasseeulares iret tene et a S. Mage stade in fis suas Rela coens:
L Imperet Ores, fide appell. I. praecipimus, eod. eodem: l. a. tit.
I lib. 3. ordinamenti, cibi nota Peres verbo, porque Monaeis se pro ua nas 3 it. I lib. 4. re cu'. 37 Por Mito Sua a gesta de com agam orde nou que mZem Q foro os elatavos, lari ados, que viuem das portas dentio citas ditos a valleitos in os que dellestiue te or dena do, nos ea sos crimes, 4odos os mais fi-
quem excluido do privilegio, logeitos ljurisdisjo Reah
b Tertio se nota, que est priuilegio esta concedido. po S. Magesta de nos catos erimes, iam nos elueis, que se moverem contra os ditos sera uos familiares , degri ad os que tuerem Oiden ad os dos a uallei ros, porque sam differentes a juris dico ens ciuers, crimes, aem se ustrat ad os, eo mole reste Reyno pella Ord. h, i litis iii H. it. 37. tit Ii' lj 3 dit. o. clio. 3. tit ia4. E quae seqjaoas causas crimina est civeis poem Cabed decis. I . I. p. Donde se infere que concedendo o privilegio do foro nos as Os erjmes Di isto negato nos casos civeis, pellare gra da leycum praetor, fide judici js cap non ne de psae
sumptionib, di fas, porque os privilegios sam stricti iuris,
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ωnam si extendem fora do, seu ter mos h. Domi cianus,ff. ad Trebellianum, cap. sane se de ptiuileg ijs: Cabed de
ue Namna parte de ita lay se dii poem, que o mais selli es guaraassem os priuil gus, de que estive rena mpo si que se erifica a exempςam de se ruit emim argos publicos,' 'aguem finias: destes priuilegio namgoetio os Donatos da ita Ordem, post que tragam tua
branca, como se tem po AZeved naue I tit. 24. no fim, lib. . recup. Castilli in sua Politica lib. a. cap. I 8. n. 233. vers. nos constat te s. Ela est Reyno pena Ord. lib. a. tito das antigas: Sc pela nova tit. a. Nauar. lib. I. de regularib consit. 4 I. n. it. Curia Philippica, Mi Ι4. Barb. ad dictam Ord aonde acrescenta, que post que os tae Donatos nam compita os ivilegio de reuogar o foro, ompete com ludo nos Colonos, ramphyleutas da religiam como se ut g Ou por uitas veges no supremo Senado, allegando Mendes fi Castro 1 praxi Eccles lib. a. eap. I. num. I9. nosima quo cauendum est: porque se os Colonos, Emphyleutas nam tem privilegios de declinari foro se eular, eo-m fica ito,nam interam pora agam de se rem Colonos 3c Emρhyleutas da dit ordem, como mes refere Barb. cum Castio attenta noua reformatione.
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Est S. se trata in se dispo em do Cauallei ros as Ordens militares destes Rey' nos, en hortos, os quae scia da Mi. licia de Christo, Sanai ago, inuig, deque falla Oid. lib. a. it. Ia das quaesS. Mageta de Mos Mys deste Reynos iam Mestres pella Ord. ibi Por quanto nos como Mestre das ditas μdens 'mo Regimento os De etem bargadores do Pa Fo, ibi. Tas cartas, prouiso ens que se passam a os uuid oresdos Mestra dos de Nosso Senlio Iesu Christo, de San- Tiago. Auis, para et uitem seus cargos,in dos mais olficiae dos ditos Mestiados, de que a prouisa in me perten cecomo a Gouerna dor, perpetuo Administra dor que delles ou, e Cabed decision 61. n. 6. p. i. Barbos nile si de vi, num 77O. is de judici js, quibus adde quo Batb. ad diuectatu Ord tit. I 2. in principio, aonde acrescenta que o Reycomo est re das Oidens militates, nam pode mandar, qse uige Me ausa petitorio, eo mi possessorio contra Ont ad das partes, porque e como quatque prelado, da doque nos casos seculares em que tem jurisdisam Reat, o po- de mandareo mo Rey; Menoch de aequir possessione re. med. II. n. 363. Cabed de cis 6 r. num. 4. Barb. in .Lia de num I 67. f. de judici js. in pello me smo , ad que eo. mo Re possa cometer sis ausas, appellatione remota: l. I. parras interdum, s. quibus appellare non licet tubi late Bart. Scio utores, e p. a. de mutuis petitionibus Dec. in rubrica de appellationibus, num Io vers. .HypClit in pra
xi eriminali g. Oportunε, num 6o Cou. practicar cap. 23. num. 6. Pinet in rubii eat cod. de re se ind. I. p. cap. I. num. 22,
non tamen potest tamquam piaelatus hoc facere ex traditu per
